terça-feira, 26 de abril de 2016

Segunda geração do Chromecast chega ao Brasil mais caro que o original


Em evento realizado na sede do Google em São Paulo, nesta terça-feira, 26, a empresa anunciou o lançamento da segunda geração do Chromecast, reprodutor de mídia que executa aplicativos do smartphone em qualquer TV com entrada HDMI. O dispositivo chega às lojas a partir desta semana custando R$ 399.
Além dele, o Google também apresentou o Chromecast Audio, que, como o próprio nome já diz, reproduz apenas áudio e se conecta por uma porta de fones de ouvido, entrada ótica ou RCA em caixas de som. Com ele, é possível executar músicas do Google Play Música, Spotify ou outros apps do gênero no rádio, por exemplo. O dispositivo chega ao mercado também nesta semana, pelo mesmo valor de R$ 399.
O preço do novo Chromecast impressiona por se tratar do exato dobro do valor cobrado pela empresa no lançamento do modelo original no Brasil, em 2014: R$ 199. O dispositivo é importado dos EUA, onde é fabricado, e lá ele é vendido por US$ 35 - cerca de R$ 124 na cotação atual do dólar. O principal concorrente, o Apple TV, é vendido no Brasil por R$ 1.350.
Além da notável diferença física - o primeiro Chromecast parecia um pen drive, enquanto o novo modelo tem um corpo arredondado - e do novo cabo HDMI, agora flexível, a principal mudança está ligada ao hardware. O aparelho vem agora com três antenas internas de Wi-Fi, o que reduz significativamente a interferência e o atraso nas transmissões do celular ou PC para a TV.
Num geral, porém, o novo dispositivo funciona basicamente da mesma forma que o antecessor. O usuário só precisa conectá-lo à entrada HDMI de uma TV e configurá-lo com um celular Android ou iOS. A partir daí, o smartphone se torna o controle remoto da TV, que passa a reproduzir apps como YouTube, Netflix, Google Chrome e outros na tela grande do televisor.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Acer lança desktop gamer com hardware poderoso e dimensões reduzidas

Durante uma conferência de imprensa realizada nos Estados Unidos no final da semana passada, a Acer apresentou um novo computador gamer com dimensões reduzidas para o mercado internacional. Trata-se do Predator G1, que conta com hardware poderoso, mas dispensa grandes estruturas e pode se adequar muito melhor a quartos e escritórios com espaço reduzido.
O aparelho conta com processador Intel Core i7 de sexta geração e muito mais. Ele pode ter até 64 GB de memória RAM e placa de vídeo NVIDIA Titan X de altíssimo desempenho. Para o armazenamento de dados, há opções que chegam aos 512 GB em SSD e que se somam a até 4 TB em HD. O aparelho será lançado nos Estados Unidos em julho, sendo que o preço inicial será de US$ 2.299 (R$ 8.164).
Novo PC Gamer portátil da Acer]
Além de ser pequeno, o aparelho ainda é considerado portátil. De acordo com a Acer, os 1.000 primeiros consumidores a adquirirem o aparelho vão levar de brinde uma mala de 20 polegadas especialmente produzida para o transporte da máquina.



O que é um modem em modo bridge

Bridge significa ponte. Quando um modem ou access point está configurado em modo bridge, significa que os pacotes recebidos são diretamente enviados ao computador em que ele está conectado.
Não é feito nenhum controle de rota, pois há apenas 1 rota para os dados, apenas 1 caminho.
Logo, um equipamento em modo bridge é apenas recebe a informação de um lado e entrega do outro, fazendo apenas as conversões de padrão necessárias.
Exemplos: O modem em modo bridgerecebe dados pela linha telefônica, converte em outro padrão e envia através do cabo de rede para o roteador. Quando um modem não está em modo bridge, é comum dizer que o modem está “roteado”. Este é um jargão comum da área de manutenção de computadores.
A palavra bridge em inglês significa ponte. A analogia com uma ponte é bem interessante para explicar o funcionamento do modo bridge em dispositivos de rede. Um túnel também seria uma analogia interessante. O túnel ou a ponte (modo bridge) liga duas redes de comunicação entre si. No caso do modem as duas partes que estão sendo ligadas não tem o mesmo protocolo de comunicação e nesta ligação o protocolo é convertido.
Um exemplo seria um modem ADSL em modo bridge conectado a um roteador Ethernet. Este modem faria uma ligação direta do computador ao provedor de acesso, por exemplo. Ele estaria fazendo uma ponte entre ADSL e o roteador Ethernet.

Modem em modo Bridge permite ligar o roteador à internet de forma transparente
Este modelo do parágrafo anterior opera no nível 2 do modelo OSI. Há também o conceito de transparent bridge e multiport bridging, mas ambos serão assuntos para artigos futuros.
O mais importante a saber é quando você deve configurar o modem como modo bridge ou não. Se na sua rede você tem um roteador que você já tem várias configurações realizadas, inclusive para lidar com a WAN, pode ser interessante que o modem da operadora de internet funcione em modo bridge. Seu roteador estará exporto diretamente à internet.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Como trocar a pasta termica do processador

Trocar a pasta térmica do processador de tempos em tempos é essencial para garantir seu bom funcionamento. Como ja foi explicado , o componente ajuda a manter a temperatura do chip baixa, criando uma superfície sem falhas entre o dissipador de calor do cooler e o die do processador. 

Como economizar na compra de um novo processador 
A composição da pasta térmica afeta no período em que precisa ser trocada. Versões mais baratas, feitas com silicone e óxido de zinco, devem ser substituídas uma vez por ano. Já as pastas que usam cerâmica ou prata na composição podem ficar de 5 a 10 anos no computador. Mas lembre-se, toda vez que retirar o cooler para uma limpeza, será necessário trocar o material.
Tendo isso em mente, avalie se o seu PC está precisando de nova pasta térmica. Caso a resposta seja positiva, aprenda como fazer a troca no tutorial a seguir.
Passo 1. Antes de tudo é preciso saber o modelo do seu processador. Isso fará com que você possa ir ao site da fabricante e verificar a forma correta de encaixe/desencaixe do modelo do cooler. Entre em “Painel de Controle” > “Sistema e Segurança” > “Sistema”;


Passo 2. Separe o material. Além da própria pasta térmica, você precisará de chave phillips, álcool isopropílico, cotonetes e um objeto rígido de superfície chata, que pode ser uma régua, estilete ou espátula;

Passo 3. Desconecte todos os cabos do gabinete e use a chave phillips para retirar os parafusos traseiros. Observe se há algum selo de lacre de segurança colado ao gabinete. Caso haja, só retire-o se o computador estiver fora do prazo de garantia, caso contrário ela será perdida;

Passo 4. Retire eventuais parafusos da lateral direita do gabinete. Com a tampa solta, empurre-a na direção indicada pela seta na imagem abaixo;

Passo 5. Coloque as mãos em partes não pintadas da carcaça do gabinete e deixe por aproximadamente 30 segundos. Retire as mãos, deixe-as uns 5 segundos afastadas e depois coloque novamente, repetindo o procedimento três vezes. Isso irá tirar a eletricidade estática do seu corpo, evitando queimar os componentes do PC;

Passo 6. Retire o fio de eletricidade que liga o cooler à placa mãe;


Passo 7. O processador usado neste tutorial é da Intel, cuja maior parte dos modelos são retirados do mesmo jeito. Observe que o cooler possui quatro travas, indicadas por setas vermelhas na foto abaixo. Coloque a chave de fenda na ranhura e gire no sentido anti-horário, repetindo o procedimento nas quatro travas;



Passo 8. Usando dois dedos, segure as travas por baixo e puxe-as para cima, o que irá soltar o cooler da placa-mãe. Agora basta puxar a peça cuidadosamente para retirá-la do PC;


Passo 9. Umedeça um cotonete com álcool isopropílico e retire todo o vestígio da pasta antiga que estiver no dissipador de calor (a peça metálica acoplada ao cooler)


Passo 10. Umedeça outro cotonete limpo para retirar a pasta térmica antiga também do processador. Se houver muita poeira no local, aproveite para limpar o computador seguindo as dicas  deste tutorial.


Passo 11. Pegue uma pequena quantidade de pasta térmica, como indicado na imagem à esquerda, e aplique no centro da área circular do dissipador de calor, como mostrado na foto à direita;

]Passo 12. Com o auxílio da régua ou estilete, espalhe a pasta térmica por todo o centro do dissipador de calor. Deixe a camada fina, pois o excesso de pasta prejudica a transferência de calor. O resultado deve ficar como o da imagem à direita

Passo 13. Puxe as quatro travas do cooler para cima, até ouvir um estalo. Reposicione a peça no PC, alinhando as travas aos furos correspondentes na placa-mãe;

Passo 14. Pressione as bordas do cooler sem mexer nas travas. Quando a peça já estiver encaixada no processador, empurre as travas para baixo e, com a chave de fenda, gire-as no sentido horário para travar a posição. Observe se está bem rente à placa-mãe, conforme indica a imagem abaixo;

Passo 15. Reconecte o fio de eletricidade do cooler na placa-mãe e feche o gabinete. Pronto, agora sua pasta térmica já está trocada e você pode ligar o PC novamente.



Plataforma IBM Bluemix agiliza o desenvolvimento e deploy de apps

Em poucas palavras, trata-se de uma plataforma como serviço (PaaS) de código aberto que permite ao desenvolvedor trabalhar em seus softwares através da internet e diretamente na nuvem, ou seja: em um ambiente online sem armazenamento físico.
Uma das plataformas mais úteis para esse tipo de desenvolvimento é o IBM Bluemix, que tem como base o modelo gratuito e acessível do Cloud Foundry. O Bluemix oferece segurança, APIs orientadas para diferentes sistemas operacionais, informações sobre métricas e localização de problemas, notificações em push para usuários de smartphones, integração de comandos de voz e troca de mensagens instantâneas.
Um dos destaques do Bluemix é a uniformidade no desenvolvimento para Android e iOS. Usando a plataforma da IBM, um mesmo aplicativo é automaticamente adaptado a qualquer sistema operacional. Ou seja, não é necessário construir a partir do zero um software compatível com cada modelo diferente de smartphone.
Além disso, o usuário tem à disposição o armazenamento em cache para os objetos mais usados no desenvolvimento de seu app e arquivamento automático de objetos da sessão HTTP - com o objetivo de evitar perdas em caso de acidentes; Cloud Code, um sistema que permite executar códigos em JavaScript em ambientes secundários (back-end) móveis; pode inserir documentos rapidamente no seu banco de dados sem criar tabelas, coleções ou índices; entre outros recursos.

Outra vantagem são os serviços cognitivos do IBM Watson que podem ser adicionados ao seu aplicativo (somente em inglês). Seu uso permite que o app aprenda, raciocine e leve o contexto em consideração para diversas funções que replicam as capacidades do cérebro humano. Quanto mais dados o aplicativo recebe, mais inteligente ele fica.
“ Um dos destaques do Bluemix é a uniformidade no desenvolvimento para Android e iOS. Usando a plataforma da IBM, um mesmo aplicativo é automaticamente adaptado a qualquer sistema operacional ”
Não é só no mobile que o Bluemix faz a diferença. A Internet das Coisas, que permite conectividade a uma gama imensa de objetos, é uma tendência muito forte para a tecnologia. O Bluemix facilita a integração, permitindo que o dispositivo conectado possa enviar os dados para a nuvem, agilizando o gerenciamento e possibilitando o uso de APIs que conectam aplicativos aos dados do dispositivo.
Se você é programador, conhece bem as vantagens de desenvolver em nuvem. Com o Bluemix, sua empresa pode reduzir custos, diminuindo não só a necessidade de mais espaço físico em hardware como também podendo utilizar um software pelo tempo necessário pagando conforme o uso (pay as you go). Cada vez mais empresas aderem ao formato, trazendo agilidade aos serviços prestados.
Isso acontece porque plataformas como a IBM Bluemix permitem trabalhar com maior rapidez em um ambiente compartilhado por toda a equipe de TI da empresa, tendo acesso rápido e igualitário a todas as ferramentas de desenvolvimento oferecidas pela IBM e por terceiros. O serviço oferece a máquina virtual ideal para o usuário e todos os recursos necessários para a construção de um aplicativo completo, à altura dos principais apps disponíveis no mercado.
Há quem se preocupe com a ideia de dividir tanto do próprio trabalho com uma empresa de grande porte como a IBM, mas perceba que todas as ferramentas oferecidas pela Bluemix servem para empoderar o desenvolvedor com os melhores recursos para seu aplicativo. Ou seja, no fim das contas, o software desenvolvido através do Bluemix é, ainda, um produto do cliente, mas com o suporte integral da IBM.
Cada vez mais empresas apostam na plataforma, que funciona como um ecossistema independente dentro do universo de produtos da IBM, incluindo integração com serviços cognitivos do IBM Watson para a análise e gerenciamento de métricas. Resumidamente, a principal vantagem do Bluemix é a facilidade com que qualquer cliente pode criar e fazer o deploy seus aplicativos para os mais diversos usos e finalidades 

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