quarta-feira, 18 de maio de 2016

PC não reconhece a impressora? Veja dicas de como resolver

É Eu MOs usuários que têm impressoras de rede ou USB podem enfrentar problemas na comunicação com o PC, impedindo de imprimir ou até de reconhecer o dispositivo. Há diversas razões para esse incômodo acontecer, como erros naconfiguração, drivers desatualizados e impressora não marcada como padrão.

As possíveis causas citadas podem ser resolvidas com ações rápidas no computador, sem perder tempo com técnicos. Para ajudar, confira neste tutorial seis dicas práticas para entender o problema da impressora e solucioná-lo.


1) Problemas na configuração da impressora

É importante entender que a impressora só vai funcionar corretamente no computador se tiver sido configurada da maneira certa. Isso pode ser feito de duas formas: pela ferramenta no próprio sistema do PC ou pelo CD de instalação, que normalmente vem com o dispositivo. Pelo Windows, o usuário encontra o item “Dispositivos e Impressoras” no “Painel de Controle” e de lá pode adicionar a impressora.


Durante o processo, mantenha o aparelho ligado no cabo USB e na energia, para o computador reconhecer, mesmo que seja de rede. Está na dúvida? Então confira nestes tutoriais como instalar uma impressora sem fio, como configurar pelo computador e fazer o compartilhamento do dispositivo na rede.

2) Marcar a impressora como padrão no sistema

Outro erro comum que impede o PC de reconhecer a impressora é o periférico não estar marcado como padrão no sistema. Assim, na hora de imprimir, o aparelho não aparece como primeira opção na lista, e por vezes nem é exibido. Essa configuração é bem simples e pode ser feita pelo item “Dispositivos e Impressoras” no “Painel de Controle” do computador. Basta encontrar a impressora já instalada no PC, clicar com o botão direito do mouse e selecionar “Definir como impressora padrão”.


3) Reinstalar a impressora

Caso a impressora já configurada pare de funcionar no PC, o dispositivo pode estar com algum erro de comunicação ou de driver. Uma forma prática de tentar resolver é reinstalando o aparelho. Antes de começar, remova a impressora das configurações do computador e desinstale todos os programas que vieram com ela, reiniciando o PC em seguida.


4) Atualizar drivers e programas

A impressora é reconhecida no PC e por cumprir as ações do usuário no computador,  por exemplo, quando um documento é enviado para a impressão. Então, atualizá-los pode ser uma solução prática caso o dispositivo não esteja funcionando corretamente. Você pode fazer isso baixando o novo driver diretamente no site da fabricante, como é mostrado neste tutorial. O download é gratuito.




Esse erro é comum quando o usuário muda de sistema operacional, por exemplo, como o update do Windows 7 ou Windows 8 para o Windows 10. Se necessário, faça a instalação do driver em “modo de compatibilidade”, que permite instalar programas antigos em sistemas não compatíveis. Veja como fazer isso neste tutorial.

5) Não consegue mais imprimir?

Caso você tenha uma impressora configurada corretamente no computador, mas não esteja conseguindo mais imprimir seus documentos, é possível que a lista de impressão esteja lotada e tenha dado algum erro. 

Neste caso, é necessário acessar o “Painel de Controle” e depois “Dispositivos e Impressoras”, clicar com o botão direito do mouse na impressora e selecionar “Ver o que está sendo impresso”.


Uma janela será aberta com a listagem de documentos. Clique com o botão direito em cada um deles e cancele. Quando estiver vazio desligue e ligue a impressora, e tente imprimir novamente pelo PC.

6) Problema com o cabo

Caso a sua impressora não esteja mais sendo reconhecida pelo computador, ou desative sozinha na máquina, talvez o problema esteja no cabo USB ou na entrada do PC. Com o tempo de uso, é possível que apareçam problemas na conectividade. Tente usar outro fio, plugue em outra saída USB ou em um notebook para testar.





segunda-feira, 16 de maio de 2016

Como testar o desempenho gráfico do computador...

O teste de desempenho gráfico do computador (GPU) pode ser importante para evitar que jogos os programas mais pesados sejam corrompidos durante a execução. O procedimento é essencial para usuários gamers e avançados e pode ser feito em programas gratuitos como o FurMark, para Windows.

Esse tipo de teste é conhecido como benchmark e evita travamentos quando os gráficos são muito avançados para a potência da placa de vídeo. Para conhecer mais sobre a execução gráfica do seu PC, confira o passo a passo. Além do FurMark, outros programas podem ajudar nas avaliações, como o PCMark 7 e oSandra. Todos têm recursos para "estressar" o sistema, com monitoramento de temperatura. 


Nos softwares, o teste de benchmark compara a pontuação de desempenho dos gráficos do PC com outros usuários. O processo funciona como um conjunto de testes e análises para encontrar a melhor performance de componentes. Normalmente, os resultados são acompanhados de um ranking de desempenho.

Instalação do programa
Passo 1. Baixe o FurMark no computador e abra para iniciar a instalação. Na primeira tela, selecione o botão “Next” e depois marque a caixa de texto ao lado de “I accept the agreement”. Confirme em “Next”;



Passo 2. Nas duas telas seguintes, confirme no botão “Next” para avançar a instalação;


Passo 3. Para encontrar o programa com facilidade, marque o item “Create a desktop icon” para criar um ícone na Área de Trabalho. Confirme em “Next”. Ao final, clique em “Install”;


Passo 4. Para terminar a instalação, serão mostradas algumas informações sobre o programa. Confirme em “Next” e depois em “Finish”.


Como usar
Passo 1. Ao terminar a instalação, abra o FurMark no computador. Na primeira página, o usuário precisa adicionar a resolução de sua tela em “Resolution”. Já em “Anti-aliasing” selecione o MSAA que analisa os pixels em cada frame (quadro) com opções de 2x, 4x ou 8x;





Passo 2. No botão “GPU Shark” o usuário consegue ter informações mais completas da GPU como marca e modelo da placa gráfica, temperatura, memória dedicada e mais;


Passo 3. Para sua segurança, clique no botão “Settings” e marque a caixa de texto ao lado de “GPU temperature alarm”. Adicione um máximo (ºC) para caso você deixe o PC rodando o teste sozinho não exceda esse limite. Marque também “Log GPU data” e confirme em “OK”;


Passo 4. Para fazer o teste de benchmark, clique em “Custom present” na categoria “GPU Benchmark”. Esse botão usa as configurações adicionadas no programa pelo usuário. Confirme em “Go” no alerta. Você também pode escolher um dos itens já configurados, caso seu PC tenha resolução de tela HD (720p), Full HD (1080p) ou UHD (4K).

Vale lembrar que esse teste força o desempenho e não deve ser feito em computadores menos potentes, para evitar danos;


Passo 5. O teste será aberto na tela (como mostrado na imagem abaixo). Note que na base da tela há um gráfico de temperatura. É recomendado deixar o teste rodar sozinho, abrir ou deixar em segundo plano outros programas pesados durante a execução. Essa parte dura cerca de um minuto;


Passo 6. Ao final são mostrados os resultados com temperatura máxima atingida e no topo está a pontuação de desempenho benchmark. Quer saber o desempenho com outras placas gráficas? Clique em “Compare your score” para abrir a tabela no navegador;



Passo 7. Para fazer um teste mais prolongado na máquina clique no botão “GPU stress test” e confirme em “Go” novamente no alerta de segurança;


Passo 8. O teste será inicializado. Note que na base há um medidor de temperatura com gráfico. No topo há informações sobre sua GPU e tempo do teste. É recomendado fechar jogos ou programas antes de começar, já que o teste força a GPU do PC, o que pode sobrecarregar o sistema. 

Vale lembrar que se o teste rodar por pelo menos 30 minutos sem corromper ou dar algum erro, é possível que jogos mais pesados também sejam executados sem problemas.






sexta-feira, 13 de maio de 2016

Como testar o desempenho da memória RAM do computador

Uma das melhores maneiras de descobrir como o seu computador está operando, principalmente na memória RAM, é por um benchmark. Esse teste avalia o desempenho de uma máquina, obtendo dados que permitem comparar suas capacidades com outros modelos. Existem vários programas especializados que oferecem este recurso, como o AIDA64, um programa gratuito para realizar o procedimento.

Outros programas disponíveis são o PCMark e o SiSoftware Sandra. Você pode ver uma lista com outras opções . O resultado do benchmark depende de fatores como processador, placa-mãe e outros tipos de hardware. Para aprender como testar a memória do seu PC, confira os passos a seguir.



Passo 1. Abra o AIDA64 e clique em “Comparações”. Se a sua versão estiver em inglês, o termo usado é “benchmark”;



Passo 2. O software possui vários tipos de testes relacionados à memória. Escolha aquele que desejar e clique nele – os procedimentos seguintes são iguais para todos


Passo 3. Será exibida uma lista de resultados relativos a várias combinações de memória, computadores e placas-mãe. Para descobrir onde o seu sistema se encaixa, clique no botão “Iniciar”, no menu superior;


Passo 4. Uma mensagem será exibida, informando que o teste está em andamento. Em seguida, uma nova entrada será adicionada à lista, com outra cor, mostrando o resultado encontrado em sua máquina e permitindo compará-la com outros computadores. Se você estiver usando a versão de testes, não será capaz de visualizar todos os dados.



terça-feira, 10 de maio de 2016

Processadores Atom da Intel têm fim anunciado; entenda o que muda


Intel anunciou que não tem planos de lançar novos processadores Atom, criados para atender aparelhos móveis mais compactos, como celulares, tablets e até alguns notebooks e laptops 2 em 1. Com a decisão, as novas linhas SoFIA, Broxton e Chrerry Trail, que eram vistas como apostas da fabricante para ganhar espaço no mercado dominado pela Qualcomm, chegam ao fim, algumas antes mesmo de chegarem ao consumidor.

A notícia faz parte da mudança de foco da companhia, manifestada na forma de novas estratégias. A respeito dos Atom, a Intel explicou que “está acelerando a sua transformação de uma companhia de PCs para uma que impulsiona a nuvem e bilhões de dispositivos smart”.
Para o consumidor, o fim dos processadores Atom não deve causar grandes mudanças. No caso dos celulares e tablets, os chips da Intel nunca se estabeleceram como preferência. Em relação a notebooks e híbridos, a novidade pode garantir mais espaço para chips da AMD, além de tornar mais interessantes os componentes Core M (m3, m5 e m7) da própria Intel, hoje usados em um seguimento mais exigente.

No Brasil, fabricantes como a Positivo costumam usar os processadores Atom em seus produtos. Nesses casos, as opções podem ser o uso de unidades de baixo custo da AMD, ou processadores da própria Intel, como Celeron, Pentium, além dos Core M.

Core M.
Esses componentes são uma chave para entender a decisão de aposentar os Atom. Os processadores são superiores aos Atom porque oferecem tecnologias mais recentes e estão sendo aplicados por vários fabricantes em uma ampla linha de computadores, que vai desde máquinas híbridas compactas até os novos MacBooks.



Os Core M, entretanto, representam custos mais elevados do que o que era possível nos Atom. Para atender essas necessidades, a Intel continuará ofertando as diversas variações dos processadores Pentium e Celeron, que, assim como a linha mais cara, oferecem a vantagem de contar com o mesmo perfil tecnológico das arquiteturas mais importantes da Intel, privilégio que os Atom nunca tiveram.


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