segunda-feira, 18 de abril de 2016

Plataforma IBM Bluemix agiliza o desenvolvimento e deploy de apps

Em poucas palavras, trata-se de uma plataforma como serviço (PaaS) de código aberto que permite ao desenvolvedor trabalhar em seus softwares através da internet e diretamente na nuvem, ou seja: em um ambiente online sem armazenamento físico.
Uma das plataformas mais úteis para esse tipo de desenvolvimento é o IBM Bluemix, que tem como base o modelo gratuito e acessível do Cloud Foundry. O Bluemix oferece segurança, APIs orientadas para diferentes sistemas operacionais, informações sobre métricas e localização de problemas, notificações em push para usuários de smartphones, integração de comandos de voz e troca de mensagens instantâneas.
Um dos destaques do Bluemix é a uniformidade no desenvolvimento para Android e iOS. Usando a plataforma da IBM, um mesmo aplicativo é automaticamente adaptado a qualquer sistema operacional. Ou seja, não é necessário construir a partir do zero um software compatível com cada modelo diferente de smartphone.
Além disso, o usuário tem à disposição o armazenamento em cache para os objetos mais usados no desenvolvimento de seu app e arquivamento automático de objetos da sessão HTTP - com o objetivo de evitar perdas em caso de acidentes; Cloud Code, um sistema que permite executar códigos em JavaScript em ambientes secundários (back-end) móveis; pode inserir documentos rapidamente no seu banco de dados sem criar tabelas, coleções ou índices; entre outros recursos.

Outra vantagem são os serviços cognitivos do IBM Watson que podem ser adicionados ao seu aplicativo (somente em inglês). Seu uso permite que o app aprenda, raciocine e leve o contexto em consideração para diversas funções que replicam as capacidades do cérebro humano. Quanto mais dados o aplicativo recebe, mais inteligente ele fica.
“ Um dos destaques do Bluemix é a uniformidade no desenvolvimento para Android e iOS. Usando a plataforma da IBM, um mesmo aplicativo é automaticamente adaptado a qualquer sistema operacional ”
Não é só no mobile que o Bluemix faz a diferença. A Internet das Coisas, que permite conectividade a uma gama imensa de objetos, é uma tendência muito forte para a tecnologia. O Bluemix facilita a integração, permitindo que o dispositivo conectado possa enviar os dados para a nuvem, agilizando o gerenciamento e possibilitando o uso de APIs que conectam aplicativos aos dados do dispositivo.
Se você é programador, conhece bem as vantagens de desenvolver em nuvem. Com o Bluemix, sua empresa pode reduzir custos, diminuindo não só a necessidade de mais espaço físico em hardware como também podendo utilizar um software pelo tempo necessário pagando conforme o uso (pay as you go). Cada vez mais empresas aderem ao formato, trazendo agilidade aos serviços prestados.
Isso acontece porque plataformas como a IBM Bluemix permitem trabalhar com maior rapidez em um ambiente compartilhado por toda a equipe de TI da empresa, tendo acesso rápido e igualitário a todas as ferramentas de desenvolvimento oferecidas pela IBM e por terceiros. O serviço oferece a máquina virtual ideal para o usuário e todos os recursos necessários para a construção de um aplicativo completo, à altura dos principais apps disponíveis no mercado.
Há quem se preocupe com a ideia de dividir tanto do próprio trabalho com uma empresa de grande porte como a IBM, mas perceba que todas as ferramentas oferecidas pela Bluemix servem para empoderar o desenvolvedor com os melhores recursos para seu aplicativo. Ou seja, no fim das contas, o software desenvolvido através do Bluemix é, ainda, um produto do cliente, mas com o suporte integral da IBM.
Cada vez mais empresas apostam na plataforma, que funciona como um ecossistema independente dentro do universo de produtos da IBM, incluindo integração com serviços cognitivos do IBM Watson para a análise e gerenciamento de métricas. Resumidamente, a principal vantagem do Bluemix é a facilidade com que qualquer cliente pode criar e fazer o deploy seus aplicativos para os mais diversos usos e finalidades 

Segurança da Informação é responsabilidade de todos

Segurança da Informação é responsabilidade de todos

Com o fim das barreiras que separam o mundo físico do virtual, fica cada vez mais claro que proteger seus dados é proteger a si mesmo.

Não importa a posição do profissional no mercado, seja ele CEO de uma empresa de seguros, líder de operações na indústria automotiva, responsável pelo marketing de uma indústria de tecidos ou proprietário de uma fazenda de cana-de-açúcar, basta estar conectado à internet para ser corresponsável pelas estratégias de segurança da informação em seu campo de atuação.
Se esta regra já valia no passado, agora ela se torna ainda mais fundamental. Isto porque a Internet das Coisas tem causado uma verdadeira revolução, no que diz respeito ao impacto que a segurança de TI tem na vida das pessoas e na rotina de setores econômicos, até então tradicionais e puramente analógicos.
Muitas consultorias falam em bilhões de coisas que já estão conectadas e como esse universo vai crescer exponencialmente em pouco tempo. Mas, grandes números não traduzem, necessariamente, o impacto causado na rotina das pessoas, quando aparelhos do cotidiano passam a ganhar inteligência e a prestar serviço ao usuário. Um exemplo é a televisão de sua casa que, provavelmente, já se conecta a rede Wi-Fi. Também é possível controlar sistema de ar condicionado ou portões por meio de um aplicativo móvel, graças a sensores instalados nos equipamentos. Há, ainda, geladeiras que informam a hora de fazer compras e, as mais modernas, já são programadas para executar essa tarefa diretamente pelo e-commerce do supermercado, sem interferência dos donos. Marca-passos que enviam dados de saúde de pacientes diretamente aos sistemas de emergência para ações rápidas em ocorrências médicas não são mais ficção científica. Tudo isso é IoT.
Em um futuro não muito distante, boa parte das coisas que nos rodeiam serão inteligentes e se comunicarão entre si. Seu carro "avisará sua casa" que você está a caminho, para que o portão se abra no momento exato em que estiver chegando à garagem, as luzes se acendam e a água para o chá esteja fervendo quando você pisar na sala de estar. Para este cenário virar realidade, basta uma combinação muito simples: internet e endereços IP. Essas tecnologias, com todas as facilidades e conforto, trazem também um ponto negativo: mais portas de entrada para hackers.
Indústrias de linha branca, como geladeiras e máquinas de lavar, automotivas, de ar condicionado e outras que se valerem de IoT para agregar valor às suas ofertas terão de pensar, necessariamente, em segurança da informação, desde a concepção até o desenvolvimento do produto. Os ataques por ransomware – malware que bloqueia um dispositivo, sequestra seus dados e pede pagamento de resgate – tornam-se cada vez mais comuns e devem ganhar ainda mais projeção, à medida que a IoT avance. Já está comprovado que hackers são capazes de frear um carro remotamente, apenas invadindo o sistema no qual ele está conectado. Imaginem, então, receber uma ameaça de interceptação de marca-passo e a consequente modificação do ritmo de seu batimento cardíaco. Qual a responsabilidade das empresas que desenvolvem produtos inteligentes que, agora, podem ser usados também para ameaçar a vida das pessoas?
Com o fim das barreiras que separam o mundo físico do virtual, fica cada vez mais claro que proteger seus dados é proteger a si mesmo. E isto é responsabilidade de todos.

Inteligência artificial ajuda a identificar ciberataques



Pesquisadores do MIT desenvolveram um sistema capaz de analisar e interromper ciberataques. De acordo com os criadores do programa, chamado AI 2, ele é capaz de analizar dezenas de milhões de registros por dia e identificar ataques com 85% de precisão, poupando o trabalho de analistas e a perda de tempo com ameaças falsas.

O sistema destaca quaisquer sinais típicos de um ataque, como uma tentativa incorreta de login em um site de e-commerce e o aumento repentino de dispositivos conectados a um único endereço IP, por exemplo. Depois de encontrar as pistas, o programa trabalha em conjunto com analistas humanos.
Segundo os desenvolvedores, sem a intervenção humana, o sistema não funcionaria. "É preciso trazer informação contextual a ele", explica Kalyan Veeramachaneni, líder da pesquisa. Os analistas reconhecem variáveis externas e conseguem eliminar pistas falsas. "Em vez de trabalhar isoladamente o AI 2 mostra os eventos anormais do dia a um especialista em segurança. O analista fornece as respostas, identificando tópicos legítimos e o sistema usa essa informação para ajustar o seu acompanhamento. Quanto mais vezes isso acontece, menos discrepantes serão os dados identificados pelo sistema, melhorando a sua capacidade de encontrar ameaças reais", conta o pesquisador.
No dia seguinte, então, o sistema usaria o que aprendeu no dia anterior para identificar as pistas. Em testes, o AI 2 conseguiu detectar 85% dos ataques, o que pode ajudar a ampliar o número de ameaças analisadas diariamente.

Segundo os pesquisadores, no entanto, o setor ainda deve necessitar de muitos analistas humanos. "Os ataques estão em constante evolução. Precisamos de analistas para manter a sinalização de novos tipos de eventos. Este sistema não se livra dos analistas, mas aumenta a necessidade deles", afirma Veeramachaneni.

domingo, 17 de abril de 2016

CaptionBot, novo robô da Microsoft, cria legendas para as suas fotos


CaptionBot é um novo robô de inteligência artificial criado pela Microsoft. Disponível na Internet, possui a função de examinar imagens enviadas pelo usuário para criar legendas em cada uma delas. Além disso, quem usar o robô e participar da brincadeira pode contribuir com o aprimoramento da ferramenta, classificando-o de uma a cinco estrelas. Quem preferir, pode fazer upload de fotos genéricas da Internet ou usar as imagens disponíveis para testar o robô.
Os resultados dos exames do CaptionBot são mistos: algumas imagens são identificadas e descritas com grande perfeição, mas outras apontam limites da tecnologia no momento. Situações com grande variação de iluminação e em espaços amplos, como estádios, tendem a confundir o robô.

Depois do desgaste provocado por outro projeto de inteligência artificial, a Tay no Twitter, parece que aMicrosoft aprendeu. O CaptionBot se recusa a trabalhar com imagens cujo conteúdo pode ser considerado ofensivo, que vão desde Hitler e referências ao nazismo até pornografia.
O CaptionBot foi criado a partir de outras tecnologias daMicrosoft para reconhecimento de imagens, muitas usadas atualmente no Bing para filtragem de buscas. Até o momento, a ferramenta funciona apenas em inglês.

Como usar o CaptionBot?
Passo 1. Acesse o CaptionBot. Na tela inicial, haverá a opção para realizar o upload de uma imagem que deseja analisar ou a possibilidade de escolher uma das fotos sugeridas pelo site. Nesse caso, escolha a que você quiser e clique em “Use this photo” (usar essa foto);



Passo 2. Se você quer realizar o upload de alguma fotografia, o site irá exibir uma janela pedindo para selecionar o arquivo que deseja analisar. Escolha a foto e confirme. Sua imagem será enviada e você terá que aguardar alguns instantes;

Passo 3. Quando concluir a análise, haverá um texto em cima da imagem. No caso do nosso exemplo, o CaptionBot identificou a imagem, dizendo: “eu acho que é uma mesa com um prato de comida e um garfo”. Se você considerou que a descrição foi precisa, pode classificar a análise com estrelas: cinco para mais preciso e uma para classificar má análise.




sexta-feira, 15 de abril de 2016

Opera ganha novo recurso especial para quem adora ver vídeos online

Não há quem use a internet e não acesse vídeos online. Pode ser em YouTube, Netflix ou qualquer outro serviço, mas é bem difícil encontrar alguém que não passe alguns minutos por dia conferindo as novidades de suas séries ou seus canais favoritos. Pensando nisso, o navegador Opera está trazendo uma nova possibilidade para os usuários conseguirem assistir a seus vídeos sem ter que deixar outras funções de lado.
Trata-se do Video Pop-Out, que leva os vídeos para uma interface mais amigável e harmoniosa com outras funções. No próprio player do vídeo, um novo botão está sendo adicionado para que os frames sejam levados para fora do navegador. Com isso, os filmes são reproduzidos em uma interface externa interativa que pode ser redimensionada ou movida rapidamente — similar ao que você pode ver logo abaixo.

Vídeos em pop-out
Com o novo recurso, é possível pausar, reproduzir, regular volume e navegar pelos vídeos sem qualquer problema. Por enquanto, somente a versão Beta do Opera está disponibilizando a nova funcionalidade. Em breve, o sistema deve ser adicionado também à versão estável do navegador.

Opera Max para tablets

Outra novidade adicionada ao Opera está no aplicativo Opera Max. Prometendo economizar franquias de dados nos portáteis, o sistema agora também está disponível para tablets Android. Isso significa que os donos de aparelhos com telas maiores vão poder acessar seus vídeos e as redes sociais com menos preocupações com seus limites de dados



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