segunda-feira, 13 de junho de 2016

Como formatar um HD para que funcione no PC e no Mac

Para formatar um dispositivo de armazenamento que funcione no Windows e no Mac OS X, é necessário utilizar sistema de arquivos que seja compatível para ambos. Nesse caso, a melhor opção é utilizar o ExFat. Pois além de compatível, é um formato sem restrições de tamanho de arquivo.

Veja em nosso tutorial o passo a passo da formatação de um HD, a partir de um Mac, que será utilizado nos dois sistemas operacionais. O mesmo processo pode ser usado para formatar pendrives e cartões de memórias.Lembrando que: a formatação apaga todo o conteúdo do dispositivo. Portanto, se você tem algum dado que não queira perder, faça um backup antes do  procedimento.


Passo 1. Após conectar o HD externo, é necessário formatá-lo no padrão de sistema de arquivos correto. Para isso usaremos o “Utilitário de Disco”. Para acessá-lo, basta clicar em “Finder”, depois em “aplicativos”, em seguida “Utilitários” e “Utilitário de Disco”;


Passo 2. Selecione o seu HD externo e clique na opção “Apagar”;


Passo 3. Renomeie seu HD externo como preferir. Em “Formato”, selecione a opção “ExFAT”. Cuidado para não selecionar a opção “FAT”, pois ela é limitada e suporta apenas arquivos menores que 4 GB. No “Esquema”, coloque em “Mapa de Partição GUID”. Feito isso, Clique em “Apagar”.



Ao terminar o processo de formatação, seu HD estará totalmente compatível e pronto para ser usado no Windows e no Mac.


A formatação em ExFAT é uma ótima solução para a troca de arquivos entre Mac e Windows. É recomendada para HD’s novos ou que podem ser formatados sem risco de perder dados importantes.
Entretanto, se você possui um HD cheio de dados e que já esteja formatado em um formato pouco compatível como NTFS e OS X expandido, e queira acessá-lo por outro sistema, será necessário instalar alguns softwares. Como o MacDrive Standart para acessar discos em formato Mac no Windows. E oTuxera que permite utilizar dispositivos NTFS no Mac.





Disquetes ainda fazem sucesso nos Estados Unidos; descubra onde

Quem pensa que os disquetes foram completamente aposentados está enganado. Um relatório do governo dos Estados Unidos mostrou que vários órgãos do país, incluindo o Pentágono (sede do Departamento de Defesa), ainda usam a tecnologia para procedimentos importantes.

No prédio do governo norte-americano, um sistema que coordena operações nucleares com bombas e mísseis balísticos usa disquetes de 8 polegadas e um computador IBM Series/1. Os aparelhos são da década de 70.

O GAO (sigla
 em inglês para “Government Accountability Office”), órgão que elaborou o levantamento, não está exatamente orgulhoso do legado tecnológico. O escritório afirma a necessidade de modernizar os sistemas, que já perderam sua eficácia, e demonstra preocupação com a falta de perspectiva para que isso aconteça.
A declaração é esperada. Afinal, hoje muitas pessoas usam os antigos disquetes de forma criativa, apenas como objetos de decoração.
Disquetes x Pendrives
Comparar o armazenamento de disquetes com o de tecnologias mais recentes é difícil, já que a diferença é muito grande. No entanto, vale notar que um pendrive simples, de 16 GB, possui cerca de 11 mil vezes mais espaço para guardar arquivos do que um disquete de 1,44 MB, modelo bastante utilizado no final dos anos 90. 
Se comparado com uma versão mais avançada de pendrive, com 1 TB, a capacidade do disquete era 728 mil vezes menor.


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Um programador ficou 6 anos sem fazer nada após automatizar seu trabalho


É sabido que existe um temor de que a automação irá acabar com o trabalho tradicional. Pelo menos para uma pessoa, isso já aconteceu, e por culpa dele mesmo. Trata-se de um programador identificado apenas com a alcunha de FiletOfFIsh1066, que contou que criou um software que fez a sua função por seis anos sem que ninguém soubesse. Quando descobriram, ele foi demitido.
O usuário do Reddit contou seu causo no subreddit CS Career Questions (com perguntas sobre a carreira na área de ciência da computação), onde revelou que após 8 meses na função de testes de garantia de qualidade, criou um programa que fazia todas as suas funções de teste. Depois disso, não precisou fazer mais nada. “Nos últimos 6 anos, eu talvez tenha feito 50 horas de trabalho real”.
O problema é que a função de garantia de qualidade, também conhecida como QA, é um trabalho protocolar para encontrar falhas nos programas dos outros. A tarefa é repetitiva, e os mesmos testes são feitos em todos os softwares para, então a automação deste processo não deve ter sido complicada.
Então, o que ele fazia durante seu tempo no serviço. Ele conta que a maior parte do tempo era dedicado a navegar no próprio Reddit e jogar League of Legends. Basicamente, qualquer coisa que ele queria.
“De 6 anos para cá, eu não tenho feito nada no trabalho. Não estou brincando. Por 40 horas por semana, eu vou para o trabalho, jogo o League of Legends no meu escritório, navego no Reddit e faço o que eu quero. Nos últimos 6 anos, eu fiz 50 horas de trabalho real. Então, praticamente nada. E ninguém realmente ligava. Os testes estavam operando com sucesso. Eu não estou brincando, eu não tinha trabalhos ou nada parecido no trabalho, então ninguém falava comigo exceto o meu chefe e, ocasionalmente, os desenvolvedores dos softwares que eu estava testando. Ontem, meu chefe me demitiu. Acho que alguém do TI descobriu depois de 6 anos e relatou para o meu chefe. Eu expliquei que automatizei meu trabalho, mas ainda estava atualizando a ferramenta, o que era mentira. De qualquer forma, eu fui demitido”.
Nosso amigo Filé de Peixe recorreu ao Reddit para pedir orientações de carreira, já que, depois destes 6 anos sem fazer nada, ele disse ter esquecido completamente como programar, o que dificulta bastante arrumar outro trabalho na área. Mais do que isso, o não-trabalho durante o período também causou um vício em videogames e álcool.
No entanto, nem tudo está perdido para ele. Filé explicou que seu trabalho pagava cerca de US$ 95 mil por ano, e nestes seis anos ele foi capaz de juntar US$ 200 mil, o que não é uma fortuna, mas pelo menos dá a ele a segurança para se reestabelecer e voltar ao mercado, ou abrir um negócio próprio. Antes de apagar a publicação, ele afirmou que iria reaprender a programar para procurar outros trabalhos; só não disse se pretende automatizá-los também.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Como resetar um roteador TP-Link e configurar a senha


Os usuários que enfrentam lentidão na rede Wi-Fi ou outros problemas de conexão de Internet podem resolver tudo de forma simples resetando o roteador wireless. No modelo da TP-Link, um botão de “Reset” na parte traseira está disponível. No entanto, para concluir o processo e resolver as falhas, também é necessário encontrar e configurar a senha padrão na etiqueta do equipamento.

Veja o passo a passo de como restaurar o roteador da TP-Link e depois configurar seu código pessoal usando um computador. A dica também vale para quem esqueceu a senha da rede.


Passo 1. Mantenha o roteador TP-Link ligado durante o procedimento. Para começar, encontre na parte traseira o botão de “Reset” e pressione-o por mais de 10 segundos;


Passo 2. Note que todas as luzes vão se acender e depois apagar. Aguarde o roteador reiniciar e confira se as luzes de Internet e wireless estão ativadas;


Passo 3. Agora, vire o roteador e encontre a etiqueta na base do aparelho. Em “Senha Wireless/PIN” está a senha padrão para você se conectar à Internet de forma segura. Fique tranquilo que enquanto o processo estiver sendo feito o dispositivo não deixa a rede aberta;


Passo 4. No computador, abra a aba de conexões Wi-Fi e clique em “Conectar” ao lado da rede de TP-LINK. Digite o PIN encontrado na etiqueta e confirme em “Avançar”. Pronto. A conexão com a Internet será estabelecida no computador.


Alterar a senha pessoal
Passo 1. Agora o usuário pode modificar a senha do roteador e o nome para dados pessoais. Para isso, digite o gateway/IP padrão no navegador. Este pode ser: “192.168.0.1/192.168.0.254/192.168.1.1″ (sem aspas) dependendo do modelo. 
Quando abrir a aba de acesso, coloque o nome de usuário e senha como “admin” (sem aspas) e conecte em “Fazer login”;

Passo 2. Agora basta fazer a configuração. Clique no botão “Avançar”;


Passo 3. Em “Nome da Rede” digite o título personalizado para seu Wi-Fi, que vai identificar a conexão. Em “Senha Wireless” troque o código por outro pessoal, com mínimo de 8 caracteres. Mantenha marcado o item “WPA-PSK/WPA2-PSK” e confirme em “Avançar”;




Passo 4. Por fim, clique no botão “Finalizar” e aguarde o roteador registrar as informações. Depois, conecte-se novamente na rede wireless usando a nova senha


Caso tenha algum problema nesse processo, reinicie o roteador e o modem. Depois, tente conectar novamente com a nova senha.



Como ativar o teclado virtual no Windows 10

O usuário pode acessar o teclado virtual do Windows 10 através da barra de pesquisa ao lado do menu Iniciar no sistema operacional. Utilizando a ferramenta, é possível digitar textos e visualizar caracteres especiais. Se você estiver com algum problema em seu teclado físico que impossibilite a utilização de alguma tecla ou precise encontrar algum caractere para emojis, por exemplo, o Windows 10 têm um teclado virtual que pode ajudar nesta tarefa


Passo 1. Digite “osk” no campo de buscas ao lado do menu Iniciar, clique em Teclado Virtual;


Passo 2. O teclado aparecerá na tela, clicando e arrastando a borda é possível aumentar ou diminuir seu tamanho.

Alguma versões de build do Windows 10 já possuem um botão para o teclado virtual na barra de ferramentas.
Agora, ficou fácil conferir onde estão os caracteres especiais ou utilizar alguma função que esteja com problema em seu teclado físico.

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